A Parada Gay de Copacabana é a segunda maior do país e sempre conta com a participação de famosos, gays (claro), heteros, casais de idosos, enfim é uma grande festa que tenta mostrar que gay também é gente e tenta diminuir a homofobia sempre lutando por um ideal. O calçadão de Copacabana se enche de alegria, diversão, colorido, pessoas que pelo menos nesse dia não tem vergonha nem receio de ser o que é e de amar quem quiser.
O evento sempre conta também com a participação da polícia Militar do Rio de Janeiro para assegurar a organização no evento, para proteger os participantes, porém não foi isso que aconteceu na última Parada Gay de Copacabana no dia 14 de novembro de 2010.
Um jovem de 19 anos GAY que curtia o final da Parada com seus amigos GAYS no parque Garota de Ipanema leva um tiro e é agredido fisicamente e verbalmente por militares, sim militar! Não são essas pessoas que tem o dever de proteger e assegurar o bem estar de todos os indivíduos participantes do evento?Sim! Mas, mais uma vez a homofobia falou mais alto. E pessoas que deveriam te fazer sentir seguro fazem com que você sinta mais medo.
O autor do disparo confessou o crime, mas ficou calado no depoimento:
“O delegado Fernando Veloso, titular da 14ª Delegacia de Polícia (Leblon), no Rio de Janeiro, colheu nesta sexta-feira (19) o depoimento dos três militares envolvidos na agressão a um estudante no parque Garota de Ipanema, domingo passado (14), após a Parada Gay.O terceiro sargento Ivanildo Ulisses Gervásio, que confessou à Justiça Militar ter sido o autor do disparo, se reservou o direito de permanecer calado.”(http://noticias.uol.com.br/)
Veloso informou que o inquérito policial tratará apenas da conduta do autor do disparo. Ele assegura que indiciará o militar por tentativa de homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e sem chance de defesa), cuja pena pode chegar a 20 anos.
Só VINTE anos? O menino poderia ter morrido! Vinte anos são poucos para tirar da cabeça desse homofobico todo preconceito, toda ignorância. Nem em VINTE anos a ferida moral que ele fez no rapaz estará completamente cicatrizada, pois ele vai levar essa cicatriz com ele até o último dia de sua vida.
Ofensas
O evento sempre conta também com a participação da polícia Militar do Rio de Janeiro para assegurar a organização no evento, para proteger os participantes, porém não foi isso que aconteceu na última Parada Gay de Copacabana no dia 14 de novembro de 2010.
Um jovem de 19 anos GAY que curtia o final da Parada com seus amigos GAYS no parque Garota de Ipanema leva um tiro e é agredido fisicamente e verbalmente por militares, sim militar! Não são essas pessoas que tem o dever de proteger e assegurar o bem estar de todos os indivíduos participantes do evento?Sim! Mas, mais uma vez a homofobia falou mais alto. E pessoas que deveriam te fazer sentir seguro fazem com que você sinta mais medo.
O autor do disparo confessou o crime, mas ficou calado no depoimento:
“O delegado Fernando Veloso, titular da 14ª Delegacia de Polícia (Leblon), no Rio de Janeiro, colheu nesta sexta-feira (19) o depoimento dos três militares envolvidos na agressão a um estudante no parque Garota de Ipanema, domingo passado (14), após a Parada Gay.O terceiro sargento Ivanildo Ulisses Gervásio, que confessou à Justiça Militar ter sido o autor do disparo, se reservou o direito de permanecer calado.”(http://noticias.uol.com.br/)
Veloso informou que o inquérito policial tratará apenas da conduta do autor do disparo. Ele assegura que indiciará o militar por tentativa de homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e sem chance de defesa), cuja pena pode chegar a 20 anos.
Só VINTE anos? O menino poderia ter morrido! Vinte anos são poucos para tirar da cabeça desse homofobico todo preconceito, toda ignorância. Nem em VINTE anos a ferida moral que ele fez no rapaz estará completamente cicatrizada, pois ele vai levar essa cicatriz com ele até o último dia de sua vida.
Ofensas
Um amigo do rapaz baleado também prestou depoimento. “Eu vi eles agredindo meu amigo. Chamaram de ‘seu v.”, falaram ‘você é uma vergonha para sua família’, ‘v. tem que morrer”, relatou H., que estava com o grupo de homossexuais no momento das supostas agressões.
Vergonha foi o papel prestado por vocês, que além de não fazerem seu trabalho corretamente ainda cometem um crime torpe de conduta homofobica!
Vergonha foi o papel prestado por vocês, que além de não fazerem seu trabalho corretamente ainda cometem um crime torpe de conduta homofobica!
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